Michael Jackson

Michael Joseph Jackson

18° Tópico:    

Uma morte na família da última testemunha da promotoria adiou por mais um dia a retomada do julgamento de Conrad Murray.  O anestesista Steven Shafer começou seu depoimento na última quinta-feira, 13. O médico é um expert em Propofol. Foi em decorrência de uma overdose desse forte anestésico que Michael morreu. Na sexta, 14, também não houve sessão.Nesta segunda-feira, 17, o juiz do caso, Michael E. Pastor, deve se reunir com os advogados da promotoria e da defesa de Murray para marcar a data de retomada do julgamento de Conrad Murray, que começou em 27 de setembro.

 

17° Tópico:   

Uma conversa de Conrad Murray com policiais no hotel Ritz Carlton Hotel, em Los Angeles, dois dias após a morte de Michael Jackson, foi fundamental para que os promotores decidissem processar Murray. As informações são do site TMZ. 

Segundo a publicação, os policiais e os promotores pensaram em desisitir da acusação porque acreditavam que jamais conseguiriam provar que o médico tinha dado Propofol a Michael Jackson. Mas foi o próprio Murray quem confessou, voluntariamente, ter dado a droga ao cantor todos os dias, em um período de dois meses, durante essa conversa com policiais. O caso, então, passou a ter como base a imprudência do médico na escolha do Propofol como tratamento da insônia de Michael Jackson.

O site diz ainda que Conrad Murray não falou a verdade durante todo tempo em que conversou com os policiais. “Ele falou a verdade em 70% do tempo e mentiu em 30% dele. Foram essas mentiras que levantaram suspeitas e fizeram com que o médico fosse investigado e processado”, contou uma fonte da polícia.A dúvida que fica é o motivo que levou Murray a dar, de “presente”, essas informações aos policiais. “O médico e seu advogado jamais poderiam imaginar que Murray seria acusado de um crime. Ele estava mais preocupado com a sua imagem e achou que pudesse encerrar o assunto dessa forma”, disse a mesma fonte ao TMZ.

16° Tópico:  

A defesa do médico Conrad Murray,  mudou de discurso nesta quarta-feira, 12, durante o 11º dia de julgamento e abandonou a ideia de tentar provar que o cantor teria provocado a própria morte ao ingerir o anestésico propofol. Segundo o site TMZ, o advogado de defesa do médico, Michael Flanagan, disse que um estudo independente foi feito e ficou comprovado que a ingestão de propofol não resultaria em morte. Durante o primeiro dia de julgamento, Ed Chernoff, outro advogado de defesa do médico, declarou em seu discurso de abertura que eles provariam que Michael Jackson administrou uma dose de propofol sozinho e assim provocou a própria morte.

Testemunhos

O cardiologista Alon Steinberg, membro do Conselho de Cardiologia da Califórnia, testemunhou nesta quarta-feira, 12, e considerou “negligência grosseira” a atitude de Murray no dia da morte de Jackson. Alon também declarou que nunca tinha ouvido falar no uso de propofol como sedativo para dormir e que Murray não tinha os equipamentos básicos para caso de uma emergência: “Seu maior erro foi não ter ligado para a emergência imediatamente.” Ainda segundo Alon, o médico deveria estar monitorando Jackson o tempo todo: “Ele não tinha a menor ideia do que estava fazendo. Depois de ligar para a emergência, ele deveria ter administrado uma dose de flumazenil-um antítodo para o propofol- e usado uma máscara de ar no cantor”, explica. Além disso, para Alon, Jackson não precisava de massagem cardíaca porque o coração do cantor ainda estava batendo: “Em seu relatório, Murray diz que Jackson ainda tinha pulso. Se Murray tivesse um equipamento de oxigênio, poderia ter salvo o Sr. Jackson. Ele nunca deveria ter começado massagens cardíacas, ele deveria ter ligado para a emergência”. Alon declarou que Michael Jackson ainda estaria vivo se o médico tivesse ligado imediatamente para a emergência. “Acredito que ele não deveria ter usado propofol nunca, que ele deveria ter equipamentos de emergência no local e que deveria ter ligado para a emergência imediatamente. Com isso tudo somado, ele é o responsável”, declarou.

O cardiologista Alon Steinberg, membro do Conselho de Cardiologia da Califórnia, declarou nesta quarta-feira, 12,  que considera Conrad Murray o responsável pela morte de Michael Jackson: “Acredito que ele não deveria ter usado propofol nunca, que ele deveria ter equipamentos de emergência  no local e que deveria ter ligado para a emergência imediatamente. Com isso tudo somado, ele é o responsável”. Em seu testemunho durante o 11º dia de julgamento, Alon disse considerar “negligência grosseira” a atitude de Murray no dia da morte de Jackson. Alon também declarou que nunca tinha ouvido falar no uso de propofol como sedativo para dormir e que Murray não tinha os equipamentos básicos para caso de uma emergência: “Seu maior erro foi não ter ligado para a emergência imediatamente.” Ainda segundo Alon, o médico deveria estar monitorando Jackson o tempo todo: “Ele não tinha a menor ideia do que estava fazendo. Depois de ligar para a emergência, ele deveria ter administrado uma dose de flumazenil-um antítodo para o propofol- e usado uma máscara de ar no cantor”, explica.  Além disso, para Alon, Jackson não precisava de massagem cardíaca porque o coração do cantor ainda estava batendo: “Em seu relatório, Murray diz que Jackson ainda tinha pulso. Se Murray tivesse um equipamento de oxigênio, poderia ter salvo o Sr. Jackson. Ele nunca deveria ter começado massagens cardíacas, ele deveria ter ligado para a emergência”. De acordo com Alon, que produziu um parecer para o caso baseado nas entrevistas de Conrad Murray, o médico de Jackson alegou ter dado uma “gota” do anestésico em adição as 25mg de propofol que o cantor já havia tomado na noite de sua morte.

Michael Jackson estava quase cego, comia mal e tinha problemas urinários, chegando mesmo a molhar a roupa, segundo informações divulgadas nesta terça-feira em Los Angeles, durante o julgamento do médico Conrad Murray, acusado do homicídio do cantor.
Durante o julgamento, Murray disse ter percebido que MJ tinha outros médicos que lhe receitavam remédios. Um deles era o dermatologista Arnold Klein, de Beverly Hills. “A equipe do show de Michael disse-me que seu pior dia no palco era quando ele ia ao consultório do doutor Klein, o que ocorria aproximadamente três vezes por semana”, disse Murray.

 Também foi revelada uma afirmação do acusado aos policiais, dois dias depois da morte de Michael, segundo o jornal “Diário de Notícias”, de Lisboa, sobre as sessões de MJ no dermatologista. “Quando voltava, estava basicamente esgotado e demorava 24 horas para recuperar”, disse Murray. “A visão dele estava muito, muito ruim. Portanto, calculei que podia ser legalmente cego”, continuou o médico, acrescentando que o rei da pop usava uma lupa para ler.

Ele ainda afirmou que Michael tinha problemas para urinar. “No decurso dos últimos meses, ele explicou-me que quando ia ao banheiro, levava horas para urinar”, contou Murray à polícia. “Na verdade, ele urinava-se. As pessoas o deixavam lá (no banheiro), voltavam e ele ainda não tinha conseguido”, emendou.

Murray descreveu ainda que tratou Jackson por desidratação e fadiga em momentos diferentes, explicando que o cantor não se alimentava muito bem. “Ele não bebia, nem comia. Dizia que durante toda a vida a mãe teve de obrigá-lo a comer quando criança. Ele não gostava de alimentos, e o que comia, quando comia, eram, na maior parte das vezes, frango e arroz”, explicou Murray.
O médico é acusado de homicídio por ter supostamente dado a Jackson uma overdose do sedativo Propofol. Os seus advogados defendem que Michael Jackson se automedicou a dose fatal. O julgamento terá cinco semanas, devendo ser concluído no final de outurbo – podendo colocar Murray por quatro anos atrás das grades.

15° Tópico: 

 Apesar de ser o mais novo dos três filhos de Michael Jackson, parece que Blanket Jackson, de 9 anos, foi quem mais puxou a veia artística do pai. De acordo com o site da revista “People”, o menino não parou de dançar nos bastidores do Tributo a Michael Jackson, que aconteceu no Cardiff’s Millennium Stadium no último sábado, 8.  “Blanket estava dançando e girando exatamente como alguns passos de dança de Michael Jackson”, disse uma fonte que estava no backstage do show e ainda viu os outros dois filhos cinculando pelo local, Prince de 14 e Paris de 13 anos.

14° Tópico: 

Recomeçou nesta terça-feira, 11, às 12h48 (horário de Brasília), o julgamento de Conrad Murray em um tribunal em Los Angeles. O julgamento, que começou no dia 27 de setembro, segue com a reprodução da gravação feita com Murray pelos policiais Scott Smith e Orlando Martinez, dois dias depois da morte do cantor. O áudio começou a ser apresentado na última sexta, 7. Nesta segunda, 10, o tribunal ficou em recesso por ser um feriado americano. Na gravação, Murray conta que Paris, a filha de Michael Jackson, ficou muito desesperada ao receber a notícia da morte do pai no hospital e disse que não queria ser uma órfã. “Ela disse para mim: ‘Você salvou muitas vidas. Por que não salvou meu papai?’. Respondi que tinha feito o meu melhor”, afirmou Conrad na gravação. No áudio, ele também contou aos policiais que a menina e os outros filhos do artista, Prince e Blanket, viram o corpo do pai morto, o que foi permitido pelos assistentes sociais do hospital. O médico também revelou que segurou a mão de Katherine Jackson ao contar que Michael havia morrido. Ela perguntou se ele sabia como o filho havia morrido. O médico respondeu que não tinha ideia.

 Momento Tenso

Ainda na gravação, os policiais contaram a Murray que haviam encontrado maconha no quarto de Michael e perguntaram se ele sabia se o popstar fumava a erva. O médico respondeu que não. Ele também afirmou para os policiais que o cantor enxergava tão mal que ele podia ser considerado “legalmente cego”. Após uma pausa na reprodução do áudio, o promotor David Walgren voltou a interrogar Scott Smith. Ele questionou o policial sobre a reação de Murray ao saber que a polícia havia recuperado a sacola com os remédios – entre os quais, frascos do anestésico Propofol – que ele havia pedido para o segurança Alberto Alvarez recolher do quarto de Michael antes de ligar para a emergência. “Ele arregalou os olhos”, falou Smith. Ao interrogar Scott Smith, Ed Chernoff, advogado de defesa de Murray, conseguiu que ele admitisse que que, em suas notas sobre os achados no quarto de Michael após sua morte, não havia observado ter achado frascos de Propofol. O policial também falou que o ambiente não foi lacrado após o que aconteceu com o popstar, o que deixa no ar a possibilidade de ele ter sido adulterado.

Christopher Rogers, médico responsável pela autópsia que determinou a causa da morte de Michael Jackson, depôs nesta terça-feira, 11, no julgamento de Conrad Murray.
Rogers afirmou no tribunal de Los Angeles, onde o caso está sendo julgado desde o dia 27 de setembro, que o que houve com Michael foi um homícídio.
Questionado pelo promotor David Walgren sobre o porquê de sua conclusão, ele disse que não havia indicação para se tratar a alegada dificuldade para dormir do popstar com o anestésico Propofol. Também não havia equipamentos hospitalares no quarto do quarto que garantissem o uso da substância com segurança, como um aparelho para ressuscitar o artista caso ele parasse de respirar.
Segundo o especialista, Michael morreu devido a uma intoxicação por Propofol. O cantor não tinha nenhum problema no coração. Rogers ainda duvidou que fosse possível uma pessoa sob efeito de tantas doses de sedativo – como Murray admitiu ter dado a Michael para que ele dormisse – ter se levantado da cama e ter administrado nela mesma a quantidade fatal de Propofol.
Durante o depoimento de Rogers, foi mostrada uma foto do corpo de Michael nu em uma maca, pouco depois de ter sido declarado morto no hospital. Perto de um dos braços do cantor, com a data 25 de agosto de 2009 quando deveria estar 25 de junho de 2009. Ainda não foi explicado o que teria levado ao engano.


13° Tópico: 

Neste sábado, 8, a família de Michael Jackson participou de um tributo em homenagem ao cantor. O show “Michael Forever” aconteceu em Cardiff, no Reino Unido, e contou com os filhos e irmãos do rei do pop, além de artistas como Christina Aguilera e Leona Lewis.

Christina Aguilera participou do tributo a Michael Jackson e exibiu quilinhos a mais no palco.

Paris Jackson, filha de Michael Jackson, não só cantou no show em tributo ao pai, como também o homenageou através de uma jaqueta vermelha. A adolescente de 13 anos usou a roupa semelhante a de Michael no clipe “Thriller”, nos anos 80.  A jaqueta original usada por Michael foi vendida em junho de 2011 por US $ 1,8 milhões, em um leilão beneficente à construção de um hospital infantil. A peça, desenhada por Deborah Landis – esposa do diretor do clipe, John Landis – em 1983, foi arremata por um empresário do ouro do Texas.

No concerto “Michael Forever” outro figurino chamou a atenção: o de Blanket Jackson, filho caçula do rei do pop. O menino escolheu um terno inspirado no clipe “Smooth Criminal”. Ele se apresentou ao lado do irmão mais velho, Prince, que também usou roupa no estilo do pai – morto em 2009, com 50 anos.


 

12° Tópico: 

O julgamento do médico Conrad Murray, acusado pela morte de  Michael Jackson entrou, nesta sexta-feira, 7, em seu nono dia em um tribunal em Los Angeles. A terceira testemunha desta sexta foi o policial Scott Smith, que interrogou Murray dois dias depois da morte do cantor, em um hotel, em Los Angeles. O áudio da conversa foi gravado e começou a ser reproduzido nesta sexta para os jurados. Por causa da pausa para o almoço, a transmissão foi interrompida. Nessa conversa gravada, Murray afirmou que não sabia se Michael estava sendo atendido por outros médicos quando começou a trabalhar para ele. Em seu depoimento no tribunal, Smith também contou que recebeu da família de Michael um kit de barbear que teria sido dado de presente ao cantor. Dentro dele, havia maconha e frascos vazios de Temazepan. De acordo com o policial, no banheiro da suíte de Jackson, que “estava uma bagunça”, ele encontrou outros vidros vazios dos sedativos Diazepam e Lorazepam. A investigadora Elissa Fleak, que voltou a depor nesta sexta, já tinha dito que a mesa ao lado da cama de Michael parecia uma “farmácia”, devido ao número de frascos de remédios.

A gravação foi feita dois dias depois da morte de Michael em um encontro entre Murray, seus advogados e os policiais Scott Smith e Orlando Alvarez, encarregados da investigação do caso. Foi durante o depoimento de Scott que o áudio começou a ser reproduzido. Nele, Murraz, aparentemente calmo, conta que chegou na casa de Michael Jackson à 0h50 do dia 25 e foi direto para o quarto do cantor. O artista só chegou à 01h05 depois de seu ensaio para a turnê “This Is It” e estava muito cansado. O médico conta na gravação que passou um creme dermatológico no corpo de Michael para tratar seu problema de vitiligo. Como o artista também estava desidratado, colocou-o para tomar soro por meio de um cateter em uma de suas pernas. Depois disso, deu a ele um comprimido de 10 mg do sedativo Valium.

Segundo Murray conta no áudio, Michael não conseguiu dormir com a dose e por isso ele deu mais 2 mg de Lorazepam, outro sedativo. Ainda assim, Michael disse que não conseguia dormir e ele deu mais 2 mg de Midazolam, outro remédio com a mesma finalidade, uma hora depois de ter dado o Lorazepam. Como nem isso funcionou, Murray contou na gravação que baixou o volume da música que tocava no quarto e sugeriu que o cantor  meditasse. Depois de muito esforço, Michael teria fechado os olhos para dormir às 3h15. Quarenta e cinco minutos depois, teria acordado. O médico fala, em sua conversa com os policiais, que Michael teria dito: “Preciso dormir, dr. Conrad. Preciso dormir”. Murray teria dado a ele mais 2 mg de Lorazepam. O artista permaneceu acordado até as 7h30, quando o médico contou ter dado a ele mais 2 mg de Midazolam.

 11° Tópico: 

No oitavo dia de julgamento o toxicologista Dan Anderson afirmou que havia pouca quantidade de Propofol no estômago do cantor quando ele morreu. O depoimento de Anderson pode ajudar a defesa de Murray, que alega que Michael injetou por conta própria a dose letal do anestésico quando estava sozinho no quarto de sua casa. De acordo com o toxicologista, dos oito remédios encontrados no corpo de Michael Jackson, o Propofol era o que havia em menor quantidade. Testes deram positivos para lidocaína, diazepam (Valium), lorazepam e ephedrina. Segundo Anderson, não havia drogas ilegais no organismo de Michael. Uma mensagem de voz recuperada do iPhone de Conrad Murray, foi o ponto alto do sétimo dia do julgamento do médico, nesta quarta-feira, 5, em um tribunal em Los Angeles. Durante o depoimento de Stephen Marx, perito que examinou o telefone de Murray, o promotor do caso reproduziu a gravação, datada de 20 de junho de 2009. Na mensagem, Frank DiLeo, empresário do cantor, se refere a um “episódio” envolvendo Jackson cinco dias antes de sua morte. “Estou certo de que você está consciente de que Michael teve um episódio noite passada”, diz Frank na mensagem.  Na gravação, Frank ainda fala: “Ele está doente. Você tem de submetê-lo a um exame de sangue.” Também durante o depoimento de Marx, o promotor do caso, David Walgren, reproduziu a íntegra da gravação já apresentada na abertura no julgamento que mostra Michael Jackson com a voz bastante alterada, sob o efeito de alguma substância. No depoimento, retirado do celular do próprio Murray, o popstar fala sobre sua turnê e suas crianças com frases desconexas.

– Elvis não conseguiu. Beatles não conseguiram. Nós temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem o meu show, quero que digam: ‘Nunca vi nada como isso na minha vida. É incrível’.

E prosseguiu, falando sobre seus filhos:

– Minhas performances serão para ajudar minhas crianças. Amo as crianças. Amo-as porque não tive infância. Sinto a dor delas. Sinto elas se ferindo. Posso lidar com isso.

Ouça o áudio, em inglês, em que Michael Jackson fala dos filhos com a voz completamente alterada

De acordo com o promotor, Murray gravou o depoimento em seu telefone em 10 de maio de 2009. A certa altura, Murray pergunta a Michael se está tudo bem e o cantor responde: “Estou com sono”

Arsenal de remédios

A investigadora Elissa Freak, do laboratório forense da polícia de Los Angeles, disse durante seu testemunho que a mesa ao lado da cama de Michael Jackson era uma farmácia.
Entre os remédios encontrados sedativos como Diazepam, Lorazepam, Temazepam. Além disso, havia uma bolsa com frascos de Propofol, o anestésico que teria matado MJ. A mesma bolsa que o segurança Alberto Alvarez diz ter feito a mando de Murray antes de ligar para a emergência.

Propofol no chão 

Depois da pausa para o almoço, foi a vez de Elissa Fleak, legista que primeiro examinou o corpo de Michael Jackson, depois de declarada sua morte, no Hospital da Universidade da Califórnia. É dela a fotografia do cantor morto, em uma maca, exibida no primeiro dia de julgamento. A imagem foi exibida, mais uma vez, no tribunal. Elissa também esteve no quarto do cantor em sua casa e encontrou no chão um frasco de Propofol. Michael morreu por causa de uma overdose desse forte anestésico.

 10° Tópico:

Segundo o site TMZ, o grupo Black Eyed Peas está fora do “Michael Forever”, o grande show-tributo em homenagem a Michael Jackson, que acontece neste sábado, 8, na cidade de Cardiff, no Reino Unido. De acordo com site, os detalhes da não participação dos músicos estão obscuros.  Chris Hunt, o presidente da Global Live Events, empresa responsável pelo show, afirmou que outras atrações de peso participarão do evento, como Christina Aguilera e Cee-Lo Green. A assessoria do Black Eyed Peas confirmou para o TMZ que a banda não participará, mas não esclareceu o porquê.

  9° Tópico:

Nesta quarta-feira, 5, às 12h57 (horário de Brasília), recomeçou o julgamento de Conrad Murray.  Segundo o site TMZ, Murray deve depor nesta quarta dando a sua versão sobre o que ocorreu no dia da morte do popstar. O áudio do seu depoimento aos policiais deve ser reproduzido no tribunal de Los Angeles, onde o caso está sendo julgado desde o último dia 27. A primeira testemunha do dia foi Sally Hirscberg, representante de vendas de uma empresa que vendeu suplementos médicos para o consultório de Murray.
Em seu depoimento, Sally disse que o consultório de Murray em Las Vegas fez um pedido de
suprimentos médicos para um endereço residencial na Califórnia. Ela disse ter se recusado a fazer a entrega porque é contra o protocolo. O material foi enviado para a clínica do médico. Em 26 de junho, um dia depois da morte de Michael Jackson, ela contou ter recebido uma ligação do consultório de Murray cancelando um pedido de suprimentos. Ela também falou para os promotores que achou “pouco usual” uma clínica de cardiologia fazer pedidos de Lidocaína, um anestésico, e bolsas de soro.

A segunda testemunha a depor foi Stephen Marx, o perito criminal que examinou o iPhone de Conrad Murray. Ele contou que conseguiu recuperar vários emails enviados pelo telefone do médico com pedido de remédios controlados para um paciente chamado “Omar Arnold”. Esse seria um pseudônimo de Michael Jackson para as receitas.

8° Tópico:

 Uma fusão de recursos visuais, dança, música e fantasia que mergulha no mundo criativo de Michael e literalmente transforma sua assinatura em movimentos de cabeça para baixo,  Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour desdobra a arte de Michael Jackson, diante dos olhos da platéia. Destinado aos fãs ao longo da vida, bem como aqueles que experimentam o gênio criativo de Michael pela primeira vez, o espetáculo captura a essência da alma, e inspiração do Rei do Pop, celebrando um legado que continua a transcender gerações.  THE IMMORTAL World Tour  acontece em um reino fantástico onde descobrimos a Michael’s inspirational Giving Tree – a fonte de sua criatividade. Os segredos do mundo interior de Michael são desbloqueados – seu amor pela música e dança, conto de fadas e magia, a beleza e a fragilidade da natureza. Os fundamentos da THE IMMORTAL World Tour são as músicas de Michael Jackson, poderoso e inspirador com suas canções – a força  por trás do show trouxe à vida com extraordinário poder e intensidade sem fôlego. Através de performances inesquecíveis, Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour  ressalta mensagens globais de Michael com amor, paz e humildade.

7° Tópico:

Quarta testemunha desta terça-feira, 4, no julgamento de Conrad Murray, Nicole Alvarez, com quem o médico vivia no período em que cuidava de Michael Jackson, contou que ele a surpreendeu levando-a para conhecer o popstar.  Questionada pela promotoria sobre como reagiu, Nicole respondeu: “Fiquei sem palavras. Era Michael Jackson!”, falou a moça que contou ser atriz. Ela e Murray se conheceram em um clube em Las Vegas em 2005. Quatro anos depois, Nicole deu à luz a um filho do médico. Depois de ter sido apresentada a Jackson na mansão do cantor, ela contou ter ido mais “duas ou três vezes” à casa do artista, depois do nascimento do seu bebê. Segundo palavras dela, Michael ficou “interessado” no menino e marcou visitas para poder vê-lo.  Deborah Brazil, uma das promotoras do caso, apontou incoerências entre um depoimento anterior de Nicole e o desta terça. Anteriormente, Nicole havia dito que Murray tinha sido contratado como médico pessoal de Jackson por um salário mensal de 150 mil dólares. Nesta terça, ela disse que só soube do valor quando este veio à tona na mídia. Nicole também admitiu ter recebido, no apartamento que dividia com Murray, pacotes em nome do companheiro nos meses de abril, maio e junho, os quais, mais tarde veio a saber, continham frascos de Propofol. Foi uma overdose desse medicamento que matou Jackson. Nicole também contou que planejava assistir ao primeiro show da turnê “This is It”, de Michael, com Conrad Murray em Londres. Antes de Nicole, depôs a garçonete Sade Anding, com quem Murray chegou a sair algumas vezes. O médico falava com ela pelo celular quando Michael passou mal em 25 de junho de 2009, vindo depois a morrer. “Ele (Murray) não respondia. Só ouvia um barulho e alguém tossindo”, contou. Também foram ouvidas Michelle Bella, que conheceu Murray em um clube em Las Vegas e falou com ele nove dias antes da morte de MJ, e Stacey Ruggles, empregada do médico em seu consultório. Ela afirmou que falou com o patrão na manhã da morte de Jackson.

 6° Tópico: 

O farmacêutico Tim Lopez, que vendeu grandes quantidades do anestésico Propofol para Conrad Murray foi a quinta testemunha a ser chamada no julgamento do médico, nesta terça-feira, 4.  Lopez admitiu em janeiro para os promotores do caso a venda da droga para Murray – que era o médico particular de Michael Jackson. Depois disso, não foi mais localizado porque teria viajado para a Tailândia. Em seu depoimento nesta terça, Lopez contou que conheceu Murray em 2008, depois de o médico ter comprado mais de 40 tubos de um remédio para clarear a pele. Segundo o farmacêutico, o médico de Michael disse que era para tratar pacientes seus, negros que sofriam de vitiligo (doença que causa manchas claras na pele). Em abril de 2009, de acordo com o depoimento, Murray perguntou a Lopez se ele entregava Propofol e quanto custaria. Nesse mesmo mês, ele fez a sua primeira encomenda: 35 frascos, dez de 100 ml e outras 25 unidades de 20 ml. Ele afirmou que Murray ficou com alguns frascos e pediu que o restante fosse entregue em um endereço em Santa Monica, provavelmente o do apartamento em que morava com Nicole Lopez, ex-namorada do médico, também ouvida nesta terça no tribunal. Ainda em abril, Murray encomendou mais 65 frascos, de acordo com o farmacêutico. O julgamento do médico Conrad Murray começou na última terça, dia 27, em Los Angeles.

5° Tópico:

Começou nesta terça-feira, 4, às 13h13 (horário de Brasília), em Los Angeles, o sexto dia do julgamento de Conrad Murray.  A terceira testemunha do dia foi a garçonete Sade Anding. A moça, com quem Murray costumava sair, falava com o médico, pelo celular, no momento em que Jackson começou a passar mal. Após se cumprimentarem, Sade percebeu que Murray não estava mais respondendo. Ela contou aos jurados que começou a ouvir alguém tossindo e muito barulho em volta. A primeira testemunha do dia foi Stacey Ruggles, funcionária desde 1997 de um dos consultórios de Murray. Também foi ouvida Michelle Bella, com quem Murray teve um relacionamento. Nesta terça, deve depor Nicole Alvarez, uma namorada com quem Murray viveu durante todo o tempo em que o médico cuidou de MJ. Segundo o site TMZ, o

Propofol, o forte anestésico cuja overdose foi a responsável, pela morte do cantor, teria sido entregue no apartamento de Nicole, em Santa Monica, onde Conrad Murray morava com ela. A última testemunha desta segunda, 3, foi Bridgette Morgan, com quem Murray teve um relacionamento. Em seu depoimento, ela falou que ligou para o celular do médico em 25 de junho de 2009, data da morte de Jackson. Os dois conversaram às 11h26, perto do horário em que o popstar começou a passar mal. 

4° Tópico:

Uma loja autorizada a vender maconha para fins medicinais na Califórnia batizou uma das plantas de  “Conrad Murray OG”. Segundo o TMZ, o dono brincou com a morte de Michael Jackson, por overdose de remédios para dormir. “Coloca você para dormir … por muito tempo”, diz propaganda.

Conrad Murray enfrenta nesta segunda-feira, 3, o quinto dia de julgamento pela morte do cantor. O médico é acusado de homocídio culposo – quando não há intenção de matar – por supostamente ter administrado doses altas do anestésico propofol para Michael Jackson dormir.

3° Tópico:

Começou nesta segunda-feira, 3, às 12h47 (horário de Brasília), em um tribunal de Los Angeles, o quinto dia de julgamento do médico Conrad Murray. Ele é acusado do homicídio culposo – quando não há intenção de matar – de Michael Jackson. Os trabalhos recomeçaram com a médica Richelle Cooper, a última testemunha a depor nessa sexta-feira, 30. Richelle chefiava a equipe que atendeu MJ no hospital para o qual ele foi levado, em 25 de junho de 2009.      Na sexta, ela afirmou que Murray não mencionou que o cantor havia tomado o forte anestésico Propofol. Foi por uma overdose dessa droga que Michael morreu. Também na sexta, 30, depuseram os  Richard Sennef e Martin Blount, que atenderam ao chamado ao 911 vindo da casa de Michael. Sennef afirmou que o cantor poderia estar vivo se o pedido de socorro tivesse acontecido assim que constatou que MJ passava mal.

2° Tópico:
Michael Jackson provocou a própria morte, diz defesa do médico Murray.
‘Michael administrou dose de propofol sozinho. Somado ao Lorazepan, criou uma tempestade que causou sua morte’, argumenta a defesa.
-Reprodução/-Reprodução
Imagens fortes: Promotoria mostra Michael Jackson morto com a inscrição ‘Homicídio’.
Para convencer o júri de que o médico Conrad Murray é inocente da acusação de homicídio culposo na morte de Michael Jackson, a defesa afirma neste primeiro dia de julgamento, em Los Angeles, que o popstar causou sua própria morte.
Segundo o advogado Ed Chernoff, o próprio popstar tomou pílulas de Lorazepam e auto-injetou uma dose massiva do anestésico propofol causando a overdose e, consequentemente, a morte:
– Michael Jackson estava frustado porque seu médico não lhe deu o remédio que ele queria. Ele agiu de maneira que causou sua própria morte. Nossas provas mostrarão isso. Michael tomou 8mg de lorazepan. Os especialistas mostrarão que isso é o suficiente para colocar seis de vocês para dormir.
E prosseguiu:
– Michael administrou uma dose de propofol sozinho quando Murray deixou o quarto. Somado ao lorazepan, isso criou uma tempestade que causou sua morte. Quando Murray voltou, não adiantava fazer CPR. Ele morreu tão rapidamente que seus olhos ainda estavam abertos.
Ainda segundo a defesa do médico, Murray estava tentando fazer com que Michael parasse de usar propofol para dormir usando outros sedativos e por isso na noite anterior à morte do cantor o anestésico não foi administrado. Segundo Chernoff, a situação do cantor era tão grave cinco dias antes de sua morte que representante da AEG, empresa responsável pela turnê “This is It”, fizeram uma reunião na casa do cantor e consideraram cancelarem os shows. Depois dessa reunião, Jackson teria deixado claro para Murray que precisava do remédio para dormir ou a turnê não aconteceria. O médico chorou em determinado momento do discurso de seu advogado.
O advogado de Murray continuou seu discurso dizendo aos jurados que a ciência ajudará a explicar o caso e que na verdade a grande questão desse julgamento é “Como Michael Jackson conseguiu mais dose do remédio?”, já que o propofol tem alta absorção e em dois minutos, tempo que o cantor ficou sozinho, as 25 mg do remédio já não estariam mais no sistema de Jackson.
“Este é um caso emocional. Todos nós temos interesse em saber o que aconteceu com Michael Jackson. As provas mostrarão que Michael administrou uma dose extra de propofol e isso o matou. Nós acreditamos que o Dr. Murray é inocente”, finalizou.
 O promotor acusou Murray de abandono, já que o médico deixou Jackson sem supervisão durante alguns minutos, e disse ainda que os dois não mantinham uma relação médico-paciente e sim de empregado-empregador: “Dr. Murray agiu de maneira muito negligente e não trabalhava pensando no que era melhor para Michael Jackson. Ele trabalhava por US$150 mil por mês.” Além disso, a promotiria declarou que Murray não teria dito aos médicos da emergência que administrou propofol no cantor.

1° Tópico:

O julgamento de Conrad Murray, médico acusado de homicídio culposo na morte de Michael Jackson, continuará amanhã. Ao encerrar o primeiro dia de audiência, o juiz Michael E. Pastor pediu que os jurados não visitem locais que possam estar envolvidos no caso, não comentem o caso em redes sociais e nem com pessoas que não estejam no júri.

 No primeiro dia do julgamento, que pode chegar a cinco semanas de duração, foram ouvidas duas testemunhas e os discursos de defesa e acusação. Kenny Ortega leu o email enviado ao CEO da AEG sobre o estado de saúde de Michael Jackson.

O coreógrafo e diretor da turnê “This is It”, Kenny Ortega, foi a primeira testemunha a depor.

Kenny disse que no início da produção da turnê ele se encontrava com Michael cerca de três a quatro vezes por semana. O promotor perguntou se os filhos do cantor iam aos ensaios: “Não. Ele pretendia levá-los aos shows em Londres e queria que eles se concentrassem nos estudos”, explicou Kenny.
O promotor demonstrou preocupação com a carga horária dos ensaios e perguntou quantas horas de ensaio por dia o cantor costumava fazer: “De sete a oito horas envolvendo ensaio físico e discussão de detalhes da produção”, respondeu o coreógrafo.

Durante o testemunho, Kenny revelou que no fim do mês de junho de 2009, Michael começou a faltar alguns ensaios e que no dia 19 de junho apareceu doente. “Ele não estava bem, parecia perdido e estava incoerente”. Ainda segundo Ortega, ele se sentou com Michael para observar o ensaio e o cobriu com uma manta. “Trouxe comida e massagiei seus pés. Neste dia, ele deixou o ensaio mais cedo.”
Em email enviado ao CEO da AEG, empresa responsável pela turnê, Ortega demonstrou sua preocupação com o estado de saúde do cantor. No documento, Ortega diz achar necessário que Michael tivesse acompanhamento de um terapeuta e que os figurinistas repararam que o cantor tinha perdido peso. Além disso, Conrad Murray é mencionado: “Tentei entrar em contato com o médico dele, mas não consegui.”
Murray confrontou Ortega durante uma reunião na casa de Michael Jackson dizendo que ele não deveria agir como um médico e que Michael estava física e emocionalmente capaz de lidar com as responsabilidades do show: “Eu discordei”, declarou Ortega.
Nos dias 23 e 24 de junho de 2009, Jackson apareceu nos ensaios: “Era um Michael diferente. Ele estava disposto e cheio de energia”, declarou o coreógrafo. No dia 25 de junho, o Ortega recebeu uma ligação do produtor Paul Gongaware dizendo que o cantor havia sido levado para o hospital de ambulância. Momentos depois, o produtor retornou a ligação. “Nós o perdemos”, disse ele a Ortega.
A segunda testemunha chamada para depor foi o produtor Paul Gongaware. Segundo ele, os ingressos para os dez primeiros shows foram vendidos em poucos minutos, e Michael queria adicionar mais 21, somando um total de 31 apresentações. Paul disse ainda que Michael queria que Murray fosse seu médico durante a turnê e que chegou a oferecer US$1,5 milhão para que Murray fechasse o contrato e viajasse com ele.

Argumento da defesa: Michael provocou a própria morte

Segundo o advogado Ed Chernoff, o próprio popstar tomou pílulas de Lorazepam e autoinjetou uma enorme dose do anestésico propofol, causando a overdose e, consequentemente, a morte.

“Michael Jackson estava frustado porque seu médico não lhe deu o remédio que ele queria. Ele agiu de maneira que causou sua própria morte. Nossas provas mostrarão isso. Michael tomou 8mg de lorazepan. Os especialistas mostrarão que isso é o suficiente para colocar seis de vocês para dormir.”
E prosseguiu:
“Michael administrou uma dose de propofol sozinho quando Murray deixou o quarto. Somado ao lorazepan, isso criou uma tempestade que causou sua morte. Quando Murray voltou, não adiantava fazer CPR. Ele morreu tão rapidamente que seus olhos ainda estavam abertos.

 Conrad Murray chora durante o julgamento

Ainda segundo a defesa do médico, Murray estava tentando fazer com que Michael parasse de usar propofol para dormir usando outros sedativos e por isso na noite anterior à morte do cantor o anestésico não foi administrado. Segundo Chernoff, a situação do cantor era tão grave cinco dias antes de sua morte que representante da AEG, empresa responsável pela turnê “This is It”, fizeram uma reunião na casa do cantor e consideraram cancelarem os shows. Depois dessa reunião, Jackson teria deixado claro para Murray que precisava do remédio para dormir ou a turnê não aconteceria. O médico chorou em determinado momento do discurso de seu advogado.

O advogado de Murray continuou seu discurso dizendo aos jurados que a ciência ajudará a explicar o caso e que na verdade a grande questão desse julgamento é “Como Michael Jackson conseguiu mais doses do remédio?”, já que o propofol tem alta absorção e em dois minutos, tempo que o cantor ficou sozinho, as 25 mg do remédio já não estariam mais no sistema de Jackson.

“Este é um caso emocional. Todos nós temos interesse em saber o que aconteceu com Michael Jackson. As provas mostrarão que Michael administrou uma dose extra de propofol, e isso o matou. Nós acreditamos que o Dr. Murray é inocente”, finalizou.

Argumentos da promotoria: ‘Incompetência e negliência’ de Murray na overdose por propofol
A sessão desta terça foi aberta com os argumentos do promotor David Walgren. Na tese da promotoria, Michael Jackson morreu por uma overdose de propofol, um forte anestésico, ministrado pelo Doutor Conrad Murray em 25 de junho de 2009. A promotoria quer provar que Murray agiu com “incompetência e negligência” no caso.

Para provar que Murray queria deixar Michael constantemente dopado, o promotor acusou o médico de comprar regularmente grandes quantidades de propofol, inclusive mentindo ao farmacêutico que tinha uma clínica em Santa Mônica para ter acesso a tais drogas.

Transcrição da gravação que mostra a voz de Michael fraca e desorientada
Ainda no intuito de demonstrar a fragilidade de Michael, a promotoria exibiu uma gravação até então inédita, feita pelo próprio celular de Murray, da voz de Michael Jackson falando sobre a turnê “This is it” sob “efeito de substâncias desconhecidas”, mas audivelmente desorientado. “Nós temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem este show, queremos que eles digam: ‘Nunca vi nada como isso. Ele é o maior artista do mundo’”, dizia Michael, com uma voz fraca e confusa, na gravação.

Após a gravação que prova o estado crítico de Michael, a promotoria argumenta: “Era assim que Conrad Murray o observava em 2009. E o que ele fez com essa conhecimento e informação? Em maio de 2009, ele pediu mais uma leva de propofol”. Murray teria comprado 40 frascos de 100 ml do anestésico na data.

Escute a voz de Michael Jackson desorientada e ‘sob efeito de ‘substâncias desconhecidas’ 

O promotor acusou Murray de abandono, já que o médico deixou Jackson sem supervisão durante alguns minutos, e disse ainda que os dois não mantinham uma relação médico-paciente e sim de empregado-empregador: “O dr. Murray agiu de maneira muito negligente e não trabalhava pensando no que era melhor para Michael Jackson. Ele trabalhava por US$150 mil por mês.” Além disso, a promotoria declarou que Murray não teria dito aos médicos da emergência que tinha administrado propofol no cantor.

O julgamento
O julgamento de Conrad Murray pela morte de Michael Jackson teve início no começo da tarde (8h30 no horário local) desta terça, 27, em Los Angeles. O médico de 58 anos é acusado de homicídio culposo – quando não há intenção de matar – pela promotoria. Ele pode enfrentar uma pena de até quatro anos de prisão.
O médico que ministrou as drogas que levaram o cantor à morte em junho de 2009 chegou ao tribunal por volta de 12h30, dentro de um carro. No mesmo horário, mas a pé, caminhando em meio aos fotógrafos, chegou a família Jackson. Entre eles,

a matriarca Katherine e o pai, Joe Jackson, além dos irmãos Jermaine, Janet, Tito, Randy e LaToya.

VOTE NO UG COMO MELHOR BLOG DE NOTICIAS SOBRE O MICHAEL JACKSON

Outros posts do blog sobre Michael Jackson:

4 pensamentos sobre “Michael Jackson

  1. Olá, Quero saber se vc tem alguma informação sobre um documentário ou livro, não lembro, de uma jornalista que estava fazendo uma pesquisa e que acredita que MJJ está vivo. Só lembro que é PSEUDO…, li sobre isso em algum brog dos biLIve mas não lembro o nome da jornalísta e nem do documentário? Aguardo notícias.

    • Deville says: bom, eu já ouvi falar sobre um livro, de uma jornalista. Não lembro o nome, mas vou pesquisar sobre isso sim, prometo.
      Era uma ex-jornalista oficial do FBI. Parece que deu informações especiais.
      Ela também cobriu o julgamento de 2005 de perto. (voltamos a 2005 novamente). Ela era uma das unicas pessoas influentes que acreditava na inocencia de MJ.
      vou pesquisar. o que eu descobrir eu posto aqui.
      beijos.

Expresse-se, tire dúvidas, critique e elogie. Esse espaço é seu, mas não é permitido brigas via comentário.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s